quinta-feira, março 02, 2006

Eduardo Henriques 3ºMult

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Na minha opinião eu redigiria, mesmo podendo sofrer a hostalidade dos árabes, pois eu estaria a fazer o meu trabalho, como eles fazem o deles.
Mesmo o que eu escreve-se fosse um pouco sensancionalista, fazia-o, pois poderia perder o emprego e como jornalista o meu dever é escrever de acordo com os critérios do local de trabalho, pois o objectivo desse jornal ao pedir que eu o fize-se era mesmo com o objectivo de os espicaçar.
Neste ponto de vista as consequência desssa noticia não seriam redereccionados para mim mas sim para o jornal.