quinta-feira, março 02, 2006

André Manuel Gomes de Oliveira

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Neste caso, e de acordo com o código deontológico, nao respeitavao pedido do meu chefe, aproveitava oe oferecia-lhe um código deontológico do jornalista.

Justificava a minha escolha, e justifico, com os pontos descritos no código que façam referência à vericidade e exatidão noticiosa. Não me importava de ir para a rua, sendo jornalista, aproveitava e cntava a minha história (este caso) a outro jornal para que se tomasse conhecimento, por todos, do que se tava a passar nakele jornal (um atentado aos "mandamentos do jornalista").
De seguida tentava entrar para outro jornal que nao akele (a partida estava despedido), se nao conseguise, ia trabalhar para outra coisa qualquer, ao menos tinha defendido e actuado segundo o código deontológico do jornalista.