quarta-feira, Maio 31, 2006

DIA DA COMUNIDADE JUNTA PROFESSORES E ALUNOS EM CERVEIRA



Na foto: Tiago Oliveira (Prof. de Integração, João Católico (Prof. de Audiovisuais) e Artur Santos (Prof. de Ciências da Comunicação)


Foi o meu primeiro “Dia da Comunidade” na EPROFCOR. Um dia que avalia como “satisfaz bastante” no dia passado e um “Excelente” no convívio entre professores e alunos, como se retrata em exemplo a fotografia que ilustra este “post”.
Momento que marca o início da despedida dos alunos do 3º ano dos cursos leccionados na EPROFCOR, que teve como destaques a final do Torneio Escolar de Futebol de Salão, o “Pedi Paper” e a entrega de prémios aos melhores alunos do ano lectivo. Tudo isto num dia passado em Vila Nova de Cerveira.
Resta agora muito pouco tempo para o fim das as aulas e os alunos finalistas já tremem com os prazos finais de entrega das PAP’S (Projectos de Aptidão Profissional).
Já resta pouco tempo e já sinto saudade dos meus alunos do 3º Ano de Multimédia.

Boa Sorte para as PAP’S rapazes e raparigas!

Postado por: Professor Artur Santos

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quinta-feira, Março 30, 2006

ALUNOS DO 2º ANO DE MULTIMÉDIA PARTICIPAM EM CONCURSO DE CRIAÇÃO DE SITES

A "Microdesign", equipa composta pels alunos do 2º ano de Mulimédia, Carlos Gomes, João Lopes e Tiago Ferreira, criou o site "Globlização", com vista à participação no concurso "Webmasters 2006", iniciativa desenvolvida pela Microsoft. Decidimos desenvolver a temática relacionada com a Globalização pelo simples facto de que esta problemática afecta-nos a todas as horas, a cada momento, e também porque é uma matéria que neste momento estamos a leccionar na disciplina de Ciências da Comunicação.

Link: Microdesign: Globalização

Pedimos a todos os que viram este post para votarem em nós, no seguinte link: Votação
Obrigado pela vossa colaboração. VAMOS GANHAR!!!!


Colocado por: Equipa Microdesign: Carlos Gomes, João Lopes e Tiago Ferreira.
Com o apoio incondicional dos Profs. Artur Santos e Dora Costa

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quinta-feira, Março 02, 2006

Rui Sona

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Imaginando todo este cenário, na óptica de mais uma peça pertencente ao puzzle que é toda a sociedade que me rodeia, e que cada vez mais se dá menor importância ao que está certo ou errado e colocamos em primeiro plano a nossa "sobrevivência", é óbvio que publicaria esta noticia, mesmo sabendo que iria contra a ética do jornalista e mesmo sofrendo a hostilidade do povo Árabe, "picados" por mais uma "afronta ocidental", que parecem ser cada vez mais as vítimas de tudo o que os rodeia, tendo como caso concreto a publicação de uma caricatura ao seu líder mahomé, em que os Muçulmanos se sentiram ofendidos, claro está que tento perceber todo o ponto de vista de toda a comunidade muçulmana e visto que há uma enorme restrição no acesso à informação, e que todos os muçulmanos sentem a necessidade de ter um brinquedo que lhes sirva de "consolo", até lhes consigo atribuir alguma razão pelo facto de estes se sentirem "picadios" pelo ocidente. Por outro lado há algo de que me orgulho de usufruir, mesmo que não seja na sua totalidade, que é a liberdade de expressão, que possibilita que eu seja um ser livre de transmitir a minha opinião sob a forma de texto, som ou imagem, desde que assuma as responsabilidades das consequências que poderei arcar com a prática de tal exercicio.
É claro que toda esta minha opinião, imaginando o cenário apresentado, poderia tomar outros rumos se eu estivesse colocado na óptica de um jornalista minimamente bem conceituado, talvez respeitasse o código deontológico do jornalista, visto que a recusa da publicação da notícia, mesmo implicando um provável despedimento, não seria um problema para mim manter a minha credibilidade dentro da mesma actividade.
Para rematar a resposta à questão colocada sobre a publicação ou não publicação de uma notícia problemática, e que iria deturpar uma das partes da notícia, convém ficar bem claro que em todo este cenário como em qualquer outro aspecto da nossa vida, implica uma tentativa de perceber ambas as partes, colocando-nos na posição de ambas as partes com interesses atendíveis no caso.

colocado por: rui sona

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Chiko

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.


Esta é uma parte do texto que escrevi!

Em relação a esta questão, não sei o que faria, pois nunca parei para pensar sobre o assunto, nem sei o que iria decidir pois isto é uma questão problemática e que levantaria vários tumultos. Neste caso existem duas possíveis situações, redigia ou simplesmente recusava me a redigir o texto, até aqui é simples, o grave são as consequências que ambas as opções nos trazem, se por um lado, redige-se o texto permaneceria com o meu cargo mas, poderia provocar mais um grande conflito entre o Ocidente e o Médio Oriente, e seria acusado de mentir, lançar calunias, sendo automaticamente desprezado pelo Mundo Árabe, o que traria grandes dificuldades para mim a nível social e também profissional, pois poderia perder toda a minha credibilidade, faria inimigos, além de ser uma grande irresponsabilidade para com o panorama actual do conflito Ocidente - Médio Oriente.



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André Pereira nº1 3º Multimédia

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Esta é a minha resposta a uma pergunta do teste do passado módulo de comunicação.



"Num cenário semelhante a este, a minha atitude desde já seria bastante relativa, primeiro teria de ter em conta que se iria criar mais um factor de conflito com o povo mulçumano, mas para eu ser jornalista devia de saber os riscos da minha profissão, e que o jornalismo acaba por se tornar em mais um "jogo de interesses", não era o facto de eu não redigir essa matéria que me ia tornar um melhor jornalista, alias estaria sujeito a perder o emprego, emprego esse que secalhar me dá de "comer", a publçicação dessa notícia, iria contra o código Deontológico, mas como essa existem outras regras quebradas sucessivamente. E visto isto ser apenas uma notícia publicada "contra" o povo mulçumano, nada de extraordinário nos dias de hoje, e uma noticia não mata, um bomba mata, secalhar não é bem "nós" (Ocidentais) dar-mos uma notícia e eles (mulçumanos) dar-nos uma bomba, mas a realidade é que este é o Mundo em que vivemos que escolhemos embora não seja o que queremos. Para uma conclusão esclarecedora, sim, em publicaria, pois não era a não publicação que iria parar com os atentados."


Post by: André Pereira nº1


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Eduardo Henriques 3ºMult

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Na minha opinião eu redigiria, mesmo podendo sofrer a hostalidade dos árabes, pois eu estaria a fazer o meu trabalho, como eles fazem o deles.
Mesmo o que eu escreve-se fosse um pouco sensancionalista, fazia-o, pois poderia perder o emprego e como jornalista o meu dever é escrever de acordo com os critérios do local de trabalho, pois o objectivo desse jornal ao pedir que eu o fize-se era mesmo com o objectivo de os espicaçar.
Neste ponto de vista as consequência desssa noticia não seriam redereccionados para mim mas sim para o jornal.

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David Rocha

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.


Se eu estivesse nesse caso não escrevia o artigo e sofreria as consequências de um provável despedimento. Pois primeiro defendo que o jornalista deve respeitar e comprir os 10 pontos do código deontológico, deve ser o mais honesto e verdadeiro possivel. Não ia fugir à verdade só porque o meu chefe pediu, para publicar um artigo falso, para passar uma imagem não tão verdadeira do povo Muçulmano. Em segundo lugar não publicaria o artigo, pois penso que a partir do momento que lançaria o artigo, estava sujeito a ter os dias contados, pois o povo Muçulmano é um povo conhecido pelas suas atitudes impulsivas e vingativas. Pois é do conhecimento de todos que vários jornalistas de todo o Mundo ja foram feitos reféns, tendo alguns deles sido sacrificados e mortos. Eu não me ia sujeitar a estragar a minha vida só por causa de um trabalho, de dinheiro, pois acima de tudo estão os valores humanos, não o dinheiro. Preferia sujeitar-me a ser despedido, pois empregos à muitos e a vida é só uma. Pois apesar de um jornalista poder publicar as notícias a partir do momento que tem os factos para isso, tem de pensar nas consequências da sua notícia, e esta notícia era daquelas que as consequências não valiam por qualquer dinheiro.


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André Manuel Gomes de Oliveira

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.



Neste caso, e de acordo com o código deontológico, nao respeitavao pedido do meu chefe, aproveitava oe oferecia-lhe um código deontológico do jornalista.

Justificava a minha escolha, e justifico, com os pontos descritos no código que façam referência à vericidade e exatidão noticiosa. Não me importava de ir para a rua, sendo jornalista, aproveitava e cntava a minha história (este caso) a outro jornal para que se tomasse conhecimento, por todos, do que se tava a passar nakele jornal (um atentado aos "mandamentos do jornalista").
De seguida tentava entrar para outro jornal que nao akele (a partida estava despedido), se nao conseguise, ia trabalhar para outra coisa qualquer, ao menos tinha defendido e actuado segundo o código deontológico do jornalista.

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Vera 3º Multimédia

No decurso da disciplina de Ciências da Comunicação (pois claro!) foi lançado aos alunos do 3º Ano o desafio de transcrever para o blog a pergunta mais fulcral do teste final do 8º Módulo, questão que abordava concretamente o drama do jornalista, na sua contínua busca pelo “paraíso” profissional, em escolher o sentido da ética ou a obrigação de cumprir ordens na execução do seu trabalho, tomando como exemplo o conflito Ocidente-Médio Oriente.

A questão foi a seguinte: Imagina este cenário: Estás a trabalhar num jornal ocidental, de grande tiragem e de prestígio internacional e, um dia, o teu chefe de redacção pede-te que faças uma notícias sobre mais um atentado suicida no Iraque. Mas desta vez ele pede-te que dês a mais negativa imagem possível do lado “muçulmano, mesmo que isso fuja à verdade. O que farias? Redigirias essa matéria e atentarias contra a ética e mesmo sofrendo a hostilidade dos árabes, “picados” por mais uma “afronta ocidental”? Não redigirias e sofrerias as consequências de um provável despedimento.

Responder a esta questão não é só um exercício, é o desbravar do caminho para uma das mais importantes lições de vida.

Digno de comentar.


Se eu estivesse nesta situação, redigeria essa materia, mesmo sabendo que o jornal poderia sofrer algumas consequencias. Uma vez que me tinham pedido para fazer este trabalho, e para não me arriscar a um despedimento, redigeria, apesar de ter consciencia de que aquilo que estava a escrever era simplemente mentira. Por outro lado e analizando bem a situação e para evitar um possivel conflito entre os países, não redigeria, conrrendo o forte risco de ser despedida. É uma situação a analizar muito bem e acima de tudo analizar bem as consequencias das suas decisões. Até poderia não ser despedida...

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terça-feira, Fevereiro 21, 2006

CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO REGISTADO NO DIRNET.PT


O Blog de Ciências da Comunicação está agora registado também no site "dirnet.pt", com o número 624.

Colocado por: professor Artur Santos

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domingo, Fevereiro 19, 2006

OUTRA VEZ OS CARTOONS



Editor do jornal dinamarquês Jyllands-Posten explica-se ao Washington Post


O editor do jornal dinamarquês que publicou as caricaturas de Maomé comenta, num artigo no no Washington Post, que a divulgação dos desenhos foi uma resposta à auto-censura sobre questões relativas ao Islão.

Fonte: Agência Lusa - Transrito na página da SIC On-line Para Flemming Rose, editor de cultura do Jyllands-Posten, ceder à pressão para não publicar as caricaturas seria "incompatível com uma democracia secular". Num artigo de opinião na edição de hoje do Washington Post, explicou que a publicação das caricaturas pretendia responder aos "receios crescentes e sentimentos de intimidação no tratamento de questões relacionadas com o Islão". A ideia surgiu a partir das dificuldades que um escritor de contos infantis dinamarquês encontrou para conseguir um desenhador para um livro sobre Maomé e da notícia de que a Tate Gallery, em Londres, teve de retirar uma exposição em que eram apresentados um Alcorão, uma Bíblia e um Talmude rasgados em pedaços. "Trata-se de uma questão que merecia cobertura noticiosa e o Jyllands-Posten decidiu fazê-lo adoptando o conhecido princípio jornalístico: mostra, não contes", escreveu o editor do jornal. O Jyllands-Posten publicou as caricaturas em Setembro mas só agora surgiram as reacções violentas no mundo árabe e muçulmano, com manifestações e ataques a instalações diplomáticas e comerciais de países ocidentais que já provocaram mortos. Para Flemming Rose, as caricaturas representam um tratamento justo das questões do Islão. "Os caricaturistas trataram o Islão do mesmo modo como trataram o Cristianismo, o Budismo, o Hinduísmo e outras religiões. E ao tratar os muçulmanos na Di namarca como iguais estavam a assinalar uma questão: Nós estamos a integrar-vos na tradição dinamarquesa da sátira porque vocês fazem parte da nossa sociedade, não são estrangeiros. As caricaturas estão a incluir as pessoas, não as estão a excluir". Uma das caricaturas mais conhecidas mostra o profeta com uma bomba como turbante, uma das causas das reacções de protesto. "Vozes furiosas afirmam que o desenho está a dizer que o profeta é um terrorista ou que cada muçulmano é um terrorista", escreve o jornalista. "Eu vejo as coisas de modo diferente: algumas pessoas fizeram refém a religião do Islão ao cometerem actos terroristas em nome do profeta. São eles que estão a dar um mau nome à religião". Flemming Rose adianta que no passado o seu jornal publicou caricaturas de Jesus Cristo, rejeitando que tenha havido um critério diferente para o Islão. "Na verdade, o mesmo desenhador que fez o cartoon de Maomé com o turbante-bomba fez uma caricatura de Jesus na cruz com notas de dólar nos olhos e um outro em que a Estrela de David está amarrada ao rastilho de uma bomba. Publicámos essas caricaturas e não houve, contudo, embaixadas incendiadas ou ameaças de morte ", comentou.

Colocado por: Professor de Ciências da Comunicação, Artur Santos

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quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

PJ EFECTUA BUSCA AO JORNAL 24 HORAS E À CASA DE UM DOS AUTORES DA NOTÍCIA DO "ENVELOPE 9"


A Polícia Judiciária realizou hoje buscas na redacção do jornal "24 Horas", numa diligência aparentemente relacionada com as notícias publicadas pelo diário sobre os registos de chamadas telefónicas de várias figuras de Estado, apensas ao processo Casa Pia. (...) Em simultâneo, em Portalegre, as autoridades efectuaram uma busca à casa do jornalista "free-lance" Jorge Van Krieken, outro dos autores da notícia que originou a instauração de um inquérito pela Procuradoria-Geral da República. in Público on-line.
Reflita-se sobre este facto e pense-seporque razão se fazem buscas a um jornal e à casade um jornalista. Pressão sobre o jornal e sobre o jornalista? Demonstração depoder daqueles que, supostamente, estarão envolvidos na problemática do "envelope 9". que espera a PJ e a Procuradoria Geral da Républica com estas buscas. Irá ser o jornalista o elo mais fraco, o bode espiatório de toda esta (possível?!) e gigantesca cabala? Aguma vez o processo casa pia será desvendado e resolvido...Boa noite meus senhores
Pensem...Pensem...

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terça-feira, Fevereiro 14, 2006

Mais uma acha para a fogueira das Culturas


Jornal iraniano organiza competição de CARTOONS sobre o Holocausto

Um dos jornais de maior circulação do Irão, o Hamshahri, organizou uma competição de cartoons relacionado com o tema do Holocausto, ganho por um australiano que se diz solidário com a causa árabe bem com a liberdade de expressão. O concurso pretende testar como o principio de liberdade de expressão do Ocidente se aplica ao genocídio nazi contra os judeus, numa clara e nova reacção (e desta feita na mesma moeda) às caricaturas publicadas por jornais ocidentais.

Não parece haver fim à vista para toda esta onda radical que assola actualmente o médio oriente, sobre o olhar receoso do ocidente que teme mais uma vez uma escalada de atentados terroristas no seu território.

Bom senso é o que se pede, naturalmente a ambas as partes, mas talvez muito mais à parte ocidental, que, fazendo jus à capacidade de destrinça, fruto da evolução intelectual e cultural ao longo dos séculos, deve saber onde pisa, no sentido de, primeiro, não ferir susceptibilidade e segundo, e mais importante, não construir pretextos para os líderes radicais islâmicos aproveitarem, para que em nome de tudo menos de Alá ou Maomé criem uma onda de terror, onde o único objectivo é o controlo geo-estratégico da região, autonomia política e, mais importante que tudo, o controlo da produção de petróleo. Os caminhos da actual conjuntura internacional são estreitos, sinuosos, sem luz (ao que parece, ao fim do túnel.

Colocado por: Professor de Ciências da Comunicação, Artur Santos


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